Monday, November 26, 2007

green grass

God took the stars and he tossed them
Can't tell the birds from the blossoms
You'll never be free of me
He'll make a tree from me

Don't say good bye to me
Describe the sky to me
And if the sky falls, mark my words
We'll catch mocking birds

Lay your head where my heart used to be
Hold the earth above me
Lay down in the green grass
And please, please, love me.

Sunday, November 25, 2007

Corrente.

Nálivia me "correntou".
Mas como o tédio de domingo é grande, eis que resolvo participar.

é assim:
você abre o dicionário, pega a primeira palavra que você olhar, escreva o significado, e depois pegue a primeira figurar que o google achar.

A minha foi:

COMPETENTE

do Lat. competente

adj. 2 gén.,
que tem competência ou jurisdição legal;
que tem habilidade, aptidão;
apto;
capaz;
que lhe pertence;
devido;
próprio;
adequado;
suficiente.

E a foto:

Bem, muito melhor que me deparar com a foto do próprio presidente, ?

Deus me poupou da ironia usual.

Só passo a corrente pra Bruna, a única blogueira que lê esse blog e que ainda não tinha sido "correntada".

Tuesday, November 20, 2007

Leminski-meu-de-cada-dia

a estrela cadente
me caiu ainda quente
na palma da mão

Wednesday, November 07, 2007

Transbordando.

Eu não aguento, eu não consigo. Já transborda, é muito.
Aqui, hoje e agora, eu boto pra fora.
Você não cabe mais dentro de mim.

Eu te odeio TANTO que só você não vê.
Não vê que eu te olho, que eu te sigo, que te gosto, que eu te respiro, e que a sua existência em mim é maior que eu, e que transborda.
E que eu tô cansada, de guardar você dentro de mim.
Porque... assim... você... não cabe.
Não cabe mais dentro de mim.

Então hoje eu te boto pra fora, de boto pra fora da boca, pra fora da cabeça, e pra fora do coração. Porque você é muito. Muito de você dentro de mim.
Te boto pra fora da boca, de boca pra fora.
E assim, te botando pra fora, eu acabo te botando de novo pra dentro de mim.

E por isso eu te odeio.
Você é muito no pouco que eu sou.

antunes.

Pode ser loucura, pode ser razão. Pode ser sim, pode ser não. Pode ser maria, pode ser joão. Pode ser carro, pode ser avião. Pode ser saúde, pode ser educação. Pode ser porta, pode ser portão. Pode ser amor, pode ser prisão. Pode ser drama, pode ser pastelão. Pode ser laranja, pode ser limão. Pode ser bíblia, pode ser alcorão. Pode ser inverno, pode ser verão. Pode ser pé, pode ser mão. Pode ser nevoeiro, pode ser poluição. Pode ser samba, pode ser baião. Pode ser são jorge, pode ser dragão. Pode ser circo, pode ser pão.

Pode ser guitarra, pode ser violão. Pode ser brocha, pode ser garanhão. Pode ser trepada, pode ser masturbação. Pode ser cama, pode ser chão. Pode ser visita, pode ser invasão. Pode ser regra, pode ser exceção. Pode ser tristeza, pode ser preocupação. Pode ser marte, pode ser plutão. Pode ser xadrez, pode ser gamão. Pode ser sério, pode ser gozação. Pode ser solteiro, pode ser sultão. Pode ser papo, pode ser discussão. Pode ser progresso, pode ser recessão. Pode ser bolsa, pode ser pregão. Pode ser favela, pode ser mansão. Pode ser fim, pode ser introdução.

Só não sei porque, eu e você, não pode não.

Tuesday, October 30, 2007

Mary Fest Folia 2007

Vem aí...


A melhor festa do feriado! Imperdível!

TPM do bem?

Estou NA tpm. Porque eu acho que se eu falar que estou DE tpm, as pessoas podem ver um mal-humor que esse mês não me visitou, uma mal-comidisse que dessa vez eu não senti.
Mas os outros sintomas da fase insuportável do mês eu sinto, um sentimentalismo que eu não tenho, uma carência excessiva, e uma vontade incontrolável de comer 50 quilos de brigadeiro.
Se aproveitando disso, as pessoas tendem a piorar a situação, cortando minhas pernas com textos açucarados, que me dão vontade de escrever o meu, se é que algum açúcar eu consigo jogar nesse blog. Daí eu penso na mulherzinha que no fundo profundo do meu ser habita em mim - sem nenhum exagero de expressão, na identificação brega que eu sinto sem querer, e no ser humano que eu sou sem saber.
Que merda, eu sou gente.
E como gente, eu não existo na maioria das situações.
Eu não existo quando sou tomada pela existência do idiota-amado, que é maior que a minha, que é melhor que eu, que é mais forte do que sou, e que é tão irritante quanto a pessoa em questão. O que de fato me faz querer não existir literalmente, as vezes.
Eu não existo quando eu visualizo que o sentimento não acabou, que a decepção que eu achava sentir era só um amadurecimento meu, e do sentimento, que eu odeio muito, mais do que tudo, mais do que o dono do sentimento, mais do que toda essa situação.
Eu não existo de preocupação, quando um amigo querido some, desaparece do mapa, e mesmo que não me dê um sinal de vida, mesmo que tenha me feito passar uma situação horrível, eu ainda sinto aquela dorzinha do amor que eu sinto por ele, e o ódio que eu senti por 25 minutos some, e eu só sinto aquela dor, dor de tanto amor, dor de aflição, de preocupação, de amor.

Não existir eu não existo, por vários motivos, todo dia, toda hora.
Não existo porque eu sou gente. Que merda, eu sou.

Sunday, October 21, 2007

Domingo parte 2

- Alô...
- Acorda, se arruma e vem pra cá!
- Tem almoço ai?
- Tem.
- Me deixa dormir mais um pouco?
- Ta bom, daqui meia hora eu te ligo.


Eu realmente precisava de Brexa na minha vida.

Domingo parte 1

acordei bemol
tudo estava sustenido
sol fazia
só não fazia sentido

Thursday, September 27, 2007

Procura-se

Procura-se minha vergonha na cara.
Semana passada a filha da puta tomou 5 garrafas de cervejas e sumiu.
Procura-se meu amor próprio.
Alguns anos atrás, no suvaco do mundo talvéz, ele se perdeu no meio da selva.
Procura-se minha coragem.
Essa aparece quase todo dia, mas só entre 4 da tarde, e 1 da manhã.
Procura-se minha leitura.
Essa eu acho que sei, deve ter ficado no antigo apartamento.
Procura-se meus estudos.
Uns três meses atrás, saiu de férias, e nunca mais voltou.
Procura-se minha organização.
Se é que essa de fato existiu...

Procura-se Luciana.
Tem visto ela nos últimos tempos?
Se por acaso achar ela por aí dando sopa, pega ela pelos cabelos e arrasta pra realidade, ok?

Friday, September 21, 2007

Ben Charles


Músico, compositor e produtor natural de Roraima, Ben Charles chega em Brasília para lançar o seu mais novo cd "O Mundo", o sexto de uma longa estrada independente de vinte e um anos. Letras abordando temas políticos/sociais e ambientais com pitadas de poesia, humor às vezesno-sense, outras veses ácido, e essencialmente humano. Com uma agradável mistura de rítmos brasileiros e latinos, Ben instiga o ouvinte a uma reflexão do mundo com muito entretenimento, " Papel fundamental da arte".
Ouça e baixe gratuitamente as músicas dos cds anteriores de Ben Charles na página da trama virtual - http://www.tramavirtual.com.br/artista.jsp?id=3667

Thursday, September 20, 2007

Parabéns.

Parabéns.
Feliz alguma coisa pra você, seja o que for que você tenha feito.
Parabéns pelo aniversário do ano passado, e pelo aniversário desse ano que talvez já tenha passado e eu sequer lembrei.
Na dúvida, parabéns por todos os aniversários de sua vida, antes que eu esqueça.
Parabéns pra mim, que sou o que sou, e me divirto.
Parabéns pela minha pessoa, pelos quilos a mais, juízo de menos, e experiências de vida.
Parabéns a mim mesma, a meu caráter, personalidade, e à tudo em mim que eu gosto e me orgulho.
Parabéns pra minha mãe, mulher guerreira, simples, dedicada, e terna.
Parabéns pro meu pai, pelo bom humor, pelo mau humor, e pelas coisas que me irritam.
Parabéns pros meus amigos, que me suportam, nos dias de cão, nos dias de tédio, nos dias de cantoria, e nos dias de fanfarrismo.
Parabéns a tudo e a todos.
Meus parabéns até para o Lobão, e seu excelente álbum acústico.

Agora, eu posso dizer que tirei um dia ou minuto que seja, parabenizando as pessoas e as coisas.
Já tive meus dias de reclamação, agradecimento, mas eu nunca tive meu dia de parabenizar.
Parabéns mais uma vez a mim então, pelo meu dia de parabenização. Mesmo sem saber se isso é bom ou não...

Sunday, September 16, 2007

Externando.

Eu preciso dizer, eu preciso botar isso pra fora, eu preciso vomitar.
Eu preciso declarar isso, externar, deixar bem claro para todos....


CANDOMBLÉ, CANDOMBÊ E QUIXABEIRA DE CU É ROLA!


Aaah...
Que alívio.

Agora devolvam meu domingo.

Sunday, September 02, 2007

Me deixa

Me deixa ser
Me deixa fazer
Me deixa falar
Me deixa voar
Me deixa morrer
Me deixa ser... eu.


Postal nº1 da série Me Deixa Ser e Fazer - Liberdade de Expressão, por Luciana Lobato.

Ui.

Thursday, August 02, 2007

Eu Sou...

Ontem, ao chegar atrasada na aula mais uma vez, eu descobri que tenho uma disciplina chamada Psicosociologia - mais uma daquelas matérias que a gente se pergunta pra que diabos serve, e no fim das contas descobre que até tem haver com o curso. Quem nunca xingou a Semiótica?
Daí a professora, que por sinal é formada em música, estava fazendo uma dinâmica do Eu Sou. Dinâmicas me lembram Pedagogia, e do jeito que ela falava forçado, eu acho que ela se formou no curso errado.
Enfim... A dinâmica do Eu Sou, consiste em você se definir em 10 palavras, escutar a opinião dos seus amigos sobre você, e então comparar as duas definições, e ver se em algum ponto coincide a sua opinião com a dos outros.
Eu lembro que desde os tempos da escola eu era: doida, rockeira, bêbada, legal, extrovertida, engraçada, e coisas parecidas. E a opinião que o povo da faculdade tem sobre mim não mudou muita coisa - ou nada.
Mas o que mudou é que se fosse pra eu me definir naquela época eu não saberia... Sairia no máximo umas 3 palavras. E ontem 10 palavras fluíram na minha cabeça tão fácil que eu nem acreditei.


Conclusão: Tô velha.
A cada post que passa, a cada palavra que eu digo, a cada dia, eu não chego a nenhuma outra conclusão a não ser a de que eu estou ficando velha. Acho que eu tô além de velha, complexada. Não porque eu não queira ficar velha, mas porque o tempo passa rápido demais. E as ideias que eu deveria ter aos 30 anos, eu estou tendo aos 19. Eu não sabia que era tão precoce.
Eu sei que o início do post não tem nada haver com o final, e que as minhas conclusões estão cada vez mais caóticas. Mas antes que eu me retire pra fazer um pouco de tricô e cuidar dos meus netos, eu não vou deixar ninguém morrer de curiosidade, as minhas 10 palavras do meu Eu Sou foram:
1 - Funcionária Pública
2 - Sedentária
3 - Curiosa
4 - Desorganizada
5 - Extrovertida
6 - Roraimense
7 - Photofóbica
8 - Preguiçosa
9 - Tranquila
10 - E crítica.


E pra você, 10 palavras são muitas ou poucas?

CUIDADO!

"Porco-Aranha, Porco-Aranha..."



"... Aí vem o Porco-Aranha."

Wednesday, August 01, 2007

Rest in piece

Sabe aquela história de quem ri por último, ri melhor?



"Isso tudo porque foi no Risca Faca que eu te conheci..."

Engov we trust

E com a palavra: eu mesma.

"Não tenho nada a declarar", eu disse.
Amém.


Nem tudo precisa fazer sentido. Ou precisa?

Tuesday, July 24, 2007

Depois e Depois

Depois de quase dois meses, depois do fim de mais um semestre, depois de uma visita de mãe, depois de passar uns dias em São Paulo, depois de voltar à rotina, eis me aqui.

Eu não sei o que tem de errado comigo, mas me falta uma certa perseverança para/com esse blog pobre-coitado. Nesse tempo, muita coisa aconteceu, ou não. O Ottomar não morreu, aliás, tá mais vivo do que eu, você, todas as pessoas que visitarem esse blog, e todos os irternautas do mundo inteiro. Haja saúde! E com o fim do semestre na faculdade, eu acabei que não fazendo um post descente de campanha pró-morte do Governador. Quem sabe se eu tivesse me dedicado, me engajado, tivesse procurado aliados, talvez eu tivesse sucesso nesse projeto.

Mas eu não seria eu se eu tivesse feito tudo isso. Sabe como é, né? Aquele lance de Procrastinação Crônica que eu sofro. Que Deus me cure um dia.

E no Senado, aquele cabaré de sempre. Renanzinho foi descoberto, investigado, pressionado, e ofendido. Aquele homem é uma rocha, eu diria. Dia desses eu levei Mainha pra dar uma volta na Casa, e estávamos de frente da porta do Plenário quando a Sessão Deliberativa terminou, e ELE apareceu. Ao vê-lo de perto minha mãe falou: "Ele não é de se jogar fora". Eu fiquei meia assustada com essa declaração, mas pelo menos ela me fez lembrar do que o meu queridíssimo Roberto Jefferson disse em seu blog: "Bobocas, cuidado com elas, nós somos 'gastosos' e não gostosos. Pelo menos, façam vasectomia. Eu já fiz." Aliás, um ótimo blog esse do Robertinho. Qualquer hora eu adiciono nos favoritos.

Mas uma coisa, escrevam o que eu vou dizer: Se o relátorio da Polícia Federal que sairá em Agosto não acusar nada, essa história vai durar até dia 20 de Dezembro (quando começa o recesso legislativo), e simplesmente será esquecido e arquivado. E o Hermanito Renan não sairá daquela Cadeira até o fim do mandato. Não é praga, não. É a mais pura realidade enxergada de quem está olhando a situação de ponto mais alto.

Pelo menos aquela confusão do Conselho de Ética me mata de rir. É preciso muito bom humor pra lidar com a Política Brasileira.
Se eu fosse uma pessoa mais influente (e menos preguiçosa), eu faria uma campanha pró-morte de cada parlamentar corrupto. Só que pra isso eu teria que largar a faculdade, o emprego, e recrutar mais de 3 mil publicitários e aliados.
Mas daí me passa na cabeça "se eles não tão nem aí pra gente, eu vou ligar pra eles?". Que morram de parada cardíaca então, que nem o Toinho Malvadeza ( vulgo Antônio Carlos Magalhães), torcida da minha parte com certeza não vai faltar. Seria tudo mais fácil se eu morasse no japão, mas eu não largo por nada o País do Alalaô.

É isso ai, ressuscitei blog. Com um post que pouquíssima gente vai entender, mas dane-se. Aos amigos e leitores, eu mando um efusivo abraço. E para as pessoas que não concordam com as minhas medidas políticas extremistas eu mando o meu mais sincero "vão tomar nos fundilhos."

- "Luciana, e do Roriz, você não vai falar?"

- Calma, o Roriz é assunto para zilhôes de outros posts.

Tuesday, June 05, 2007

Vaso ruim não quebra

E a torcida grita:



MORRE! MORRE! MORRE!



Não tá sabendo? Leia aqui.